Cabecalho

23 maio 2013

Séries – Vale a pena relembrar Ally McBeal

Quando entrei no Episode Calendar (dei a dica aqui, é bacana para quem assiste muitas séries) e percebi que todas que assisto estavam no final bateu aquele desespero, porque até as outras voltarem tenho ai amargas semaninhas com quase nada disponível.

Quase entrando em crise de abstinência, comecei a procurar alguma “nova” que todo mundo gosta, mas comigo não engrenava só que não rolou.

Então juntando a minha paixonite pelo Robert Downey Jr com essa vontade de relembrar alguma bacana, cheguei a conclusão que precisava assistir novamente Ally McBeal, ainda porque quando assistia tinha meus 14 ou 15 anos então não lembrava de muitas coisas.

Sofri até encontrar um link ativo para baixar, acabei encontrando pelo Torrent e me joguei firme e forte, agora estou viciada!

A série conta a história de uma advogada com quase trinta anos, muito emotiva, atrapalhada e confusa que usa essas características para o sucesso de sua vida profissional, embora a pessoal seja um caos.

Tudo começa quando sai de seu emprego e reencontra um colega de faculdade, que acabou de inaugurar um escritório, iniciando assim sua jornada.

Logo após aceitar esse emprego, descobre que seu ex namorado (e até então o amor de sua vida) também está trabalhando no mesmo lugar, mas agora casado com outra advogada que também vira sua colega de trabalho.

Claro que isso chamaria confusão atrás de confusão, afinal de contas como alguém sem a mínima estabilidade emocional  poderia segurar essa barra?

Não era uma paixonite, mas sim o homem que mudou a sua vida, tanto que ela só escolheu fazer direito para acompanhar seu namorado que depois deu um belo pé na bunda da jovem.

Mas calma, não é só um seriado sobre um triangulo amoroso, envolve uma série de outras situações. Foi pioneira e deu início inclusive as séries jurídicas que assistimos hoje em dia, essa dramédia tem muitos pontos fortes, como uma ligação profunda com a sua trilha sonora (que resultou participais pra lá de especiais) e personagens que marcaram a história.

Conta com 5 temporadas, a primeira sem sombra de dúvidas é a melhor, mas segura a peteca firme e forte até a quarta. Depois graças a uma série de complicações com o elenco acabou perdendo a qualidade, o que culminou no seu final.

Eu já assisti novamente a primeira e estou na metade da segunda, o querido Robert Downey Jr  ainda não apareceu, pois ele entra apenas na quarta e sai no final dessa porque foi a sua época complicada quando tentava se recuperar das drogas, mas acabou tendo uma recaída.

Estou ansiosa para ver logo seus episódios, porque pelo que recordo, foi o melhor personagem da série. Mas ao mesmo tempo, não quero chegar logo nisso, porque isso seria o final e estou me divertindo muito nesse caminho.

Para quem ainda não assistiu ou então não lembra de muita coisa, vale a pena, foi “a primeira” em diversos sentidos e vale a fama que ganhou como excepcional, tanto pela crítica como sua legião de fãs.

É uma delícia assistir, ainda mais nesse friozinho, é uma senhora opção de entretenimento.

Como não amar uma advogada que fala isso:

A cada decepção amorosa, encurto minha saia, estou percebendo que se continuar assim daqui a pouco serei presa!

Se você ainda não está convencida, dá uma olhadinha nisso aqui:

Personagens fantasticamente imperfeitos, trilha sonora de qualidade e a melhor série jurídica “mulherzinha” criada até hoje.